Sobre mim

Júlia Tietz - Advocacia criminal combativa, estratégica e humanizada.
Possui graduação em Direito pelo Centro Universitário Antônio Eufrásio de Toledo de Presidente Prudente (2021), especialista em Direito Penal e Criminologia pela Pontifíca Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2023), pós-graduada em Direito Civil e Processo Civil pelo Centro Universitário Antônio Eufrásio de Toledo de Presidente Prudente (2023) e pós-graduanda em Direito Penal e Processo Penal pela mesma instituição.

Atualmente é Coordenadora do jurídico da execução penal com a Defensoria Pública do Estado de São Paulo,, com experiência prévia nas áreas de Direito Civil, Direito de Família, Direito do Consumidor e Direito Empresarial.

Verificações

Júlia Tietz, Advogado
Júlia Tietz
OAB 479.761/SP VERIFICADO
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Analiz Torre, Estudante
Analiz Torre
Comentário · há 6 anos
a questão é o agressor, pois os homens cometem mais homicídio, tanto que as mulheres apresentam 5,4% da população carcerária no Brasil, e dessas, apenas 6% cometeram algum tipo de crime violento (muitas vezes tmb se defendendo do marido). Resumindo, o sexo "agressor" é o masculino.

Se formos levar em consideração a diferença salarial, 23,5% das mulheres tem ensino superior completo, enquanto 20,5% dos homens dos homens brancos chegam a esse nível de escolaridade. Enquanto isso, 10% das mulheres negras chegam a esse ensino, e os homens, 7%. Porém, apesar dessas estatísticas favorecerem as mulheres, quando chegamos na parte mais importante, a área de trabalho, o IBGE de 2019 aponta que as mulheres podem ganhar cerca de 30% a menos que os homens. Ou seja, estudam mais, e ganham menos. Muitas pessoas acreditam que esse fenômeno esteja relacionado a dupla jornada de trabalho, porque pode ser um impedimento ao aumento da participação feminina na força de trabalho, pois 96% da população brasileira feminina de 14 anos ou mais realiza afazeres domésticos, em uma média semanal de 21h semanais, enquanto a dos homens é de 10,5%. Em 2018 a taxa de participação feminina delas era quase 20% inferior à dos homens.

tmb seria relevante abordarmos o tema "estupro e pedofilia". Em relação a pedofilia, o gênero do agressor em crianças foi 81% masculino, e em adolescente 92% masculino. Já o gênero das vítimas crianças, 74% foram do sexo feminino, e adolescentes, 92% tmb do sexo feminino.

por fim, é válido lembrar que aproximadamente 5,5 milhões de brasileiros não possuem registro paterno na certidão de nascimento e quase 12 milhões de famílias são formadas por mães solo.

por essas razões e outras, n concordo q os homens sejam as reais vítimas da sociedade, quando se trata de gênero, estamos falando sobre qual gênero é o "agressor", e não são as mulheres que matam os homens, são os próprios homens que matam "os homens".
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